ABRALAZ
UMA INTERATIVIDADE PARA ATENDER ÀS NECESSIDADES DE PROFESSORAS DAS SÉRIES INICIAIS, MONOGRAFIAS E TRABALHOS ESCOLARES DIVERSOS, BEM COMO OPINIÃO PESSOAL SOBRE OS MAIS DIVERSOS TEMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS.
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Você saberia dizer qual mineiro brilhou no Congresso Nacional nos últimos 15 anos? Você saberia dizer o nome de algum represent...
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Que vergonha! - Eduardo Costa
Você saberia dizer qual mineiro brilhou no Congresso Nacional nos últimos 15 anos? Você saberia dizer o nome de algum representante de nosso Estado que pontificou no governo federal (por favor, não me indiquem o vice José Alencar porque ele só falava contra os juros e era ignorado)? Mas, se eu pedir nomes da bancada mineira com 53 deputados e 3 senadores que fizeram besteira, vamos encontrar muita gente… Tem uma turma grande do “mensalão” mineiro (uma criação tucana), outra do “mensalão” federal do governo Lula, tem o deputado do castelo que virou motivo de chacota nacional e mais, muito mais. Agora, para nos deixar envergonhados por completo, vem esse escândalo envolvendo as duas autoridades que têm cargos importantes no cenário nacional.
Fernando Pimentel é o único mineiro no ministério da “mineira” Dilma e pegou uma grana alta com Robson Andrade (hoje presidente da poderosa Confederação Nacional da Indústria), nos tempos em que esse presidia a Federação das Indústrias de Minas. As explicações de ambos são dignas de arrepios… Além da Fiemg, também algumas construtoras ajudaram Pimentel a sobreviver entre a prefeitura e o ministério.
Uma delas, a HAP, a mesma acusada de superfaturar obra da prefeitura de Belo Horizonte em R$ 9,1 milhões e de desviar recursos para a campanha de Pimentel em 2004, quando o petista disputou a reeleição para a prefeitura da capital mineira. Na época, Pimentel contratou sem licitação a Ação Social Arquidiocesana (ASA), da Arquidiocese de Belo Horizonte, para construir 1,5 mil casas. A entidade subcontratou a HAP, e o custo da obra passou de R$ 12,7 milhões para R$ 26,7 milhões. Segundo o Ministério Público, metade das casas não foi entregue. O processo corre na 4ª Vara da Fazenda Pública Municipal de Belo Horizonte.
Ontem, depois de deixar a cadeia mais uma vez, Marcos Valério, o homem do “mensalão” desabafou: “Eu confio na Justiça; o que é imputado a mim não procede; e vou dizer mais, chega de jogo político”. É isso, Marcos… Fale mais, nos diga tudo o que sabes, pois, de repente, a gente pode até te admirar… Na falta de heróis, quem sabe se você não resgata a verdade, desmoraliza três ou quatro dúzias de autoridades e a gente respira um ar menos poluído?
Na Assembléia, tem deputado votando sem estar no plenário e dono de cartório ganhando direito de transferir a mordomia, na Câmara da capital estão votando um aumento para os vereadores de 65 por cento… Que vergonha!
“Lei da palmada: solução para nossas crianças?” Texto de Selma Sueli Silva
Quase um ano e meio atrás, em julho de 2010, o Radio Vivo destacava neste espaço o fato do presidente Lula marcar os 20 anos do ECA, o Estatuto da Criança e do Adolescente, com o envio ao Congresso de um projeto de lei que logo ficou conhecido como Lei da Palmada.
Pois bem, nossos ilustres deputados acabam de aprovar a referida lei que proíbe os pais de baterem nos filhos. Agora, o texto segue para apreciação do Senado.
Na prática, a Lei da Palmada sujeita pais que batem nos filhos a penas socio-educativas e pode até afastar esses filhos da família. Para onde irão? Bem, isso já são outros quinhentos.Pois bem, nossos ilustres deputados acabam de aprovar a referida lei que proíbe os pais de baterem nos filhos. Agora, o texto segue para apreciação do Senado.
O projeto especifica que crianças e adolescentes devem ser protegidos do “castigo físico”, quando o uso da força resulta em sofrimento e lesão. E mais: Professores que se omitirem sobre agressões podem ser punidos.
Uma análise mais profunda deixa no cidadão a impressão de que nossos políticos, na falta de leis mais importantes a fazer, acabam chovendo no molhado. A coisa funciona assim:
Um pai espanca o filho. Neste caso, a lesão corporal já é, por si só, crime previsto em lei, com punição regulamentada e tudo!
Outra situação: não chegou a haver espancamento, apenas maus tratos, abandono de incapaz ou coisas do gênero. Para estes casos, temos o Estatuto da Criança e do Adolescente a postos: positivo e operante. Os maus tratos serão punidos nos rigores da lei.
Portanto, a essência da Lei da Palmada parece ser mais uma interferência do Estado na vida das famílias brasileiras, de forma indevida, desproporcional e inconstitucional.
Pode também ser parte de jogo político oportunista e cruel. Se o Estado não consegue, ainda, defender seriamente as crianças vítimas de grandes abusos domésticos, nem garantir a todas elas condições básicas de sobrevivência como saúde, educação, moradia, essa lei torna-se placebo e não o remédio eficaz.
O projeto, tal como foi aprovado na Câmara, deixa mais interrogações que esclarecimentos. Como vamos controlar ou classificar cada palmada dada dentro de casa? O texto não discrimina o que seriam considerados castigos corporais e tratamentos cruéis. Um puxão de orelha, um beliscão, enquadraria o pai como infrator?
O que é tolerável e o que é abusivo? Qual o limite da ação dos pais? Quem denuncia? A criança, o vizinho, o professor? Não sabemos.
Outras leis, que já existem, caso fossem cumpridas, seriam mais úteis e eficazes no cuidado com nossos filhos.
Educar, cuidar, alimentar, proteger… deveriam ser verbos obrigatórios e intransigentes quando o assunto for a criança e o futuro. Ao invés disso, é triste ver a classe política optar por uma interferência dessa natureza: usar a força da lei para mostrar o que é certo ou errado. Não há como implantar a cultura da não-violência por uma medida autoritária. Como resolver o impasse?
Voltamos a bater na mesma tecla: Educação é a resposta para qualquer pessoa interessada em resolver o problema e não simplesmente em aparecer, jogar para a torcida na busca inconseqüente de votos.
Ou seja, fica o receio da aprovação de mais uma lei desnecessária e inócua. A Lei da Palmada, além de não trazer nada de novo sobre o assunto, é, como já falamos, uma interferência indevida, desproporcional e inconstitucional do Estado sobre a vida das famílias brasileiras.
As leis que temos já são claras – só precisam ser cumpridas – os pais é que devem exercer poder familiar educativo sobre seus filhos menores. Se faltar moderação e bom senso, perdem esse poder conforme os termos do artigo 1.638 do Código Civil em vigor. É igualmente claro que a educação não é feita de palmadas, mas sim de bons exemplos. O que não podemos esquecer é que criança é vida e deve ter seus direitos resguardados de forma digna e não com medidas para inglês ver.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
É o que você não diz - Andrew Matthews do livro “Faça amigos”
Uma das lições importantes da vida é saber o momento de manter a boca fechada. Se seu comentário não for resolver nada, nem fazer o outro se sentir melhor, é melhor dispensá-lo.
Há certas coisas que os outros simplesmente não querem ouvir! Por exemplo: não querem ouvir você reclamar do marido ou da esposa; da sua dor nas costas, do nariz entupido, da sua conta negativa, e por aí afora.Então, da próxima vez que você estiver prestes a reclamar de algo, pergunte a si mesmo: “por que alguém iria querer ouvir isso?”
Não importa quantos diplomas você tenha ou se usa roupas de grifes famosas e mora numa casa esplêndida: se você é um “reclamão”, não tem estilo…
(…)
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Conclusões de Aninha, de Cora Coralina
Estavam ali parados. Marido e mulher. Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça tímida, humilde, sofrida. Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho, e tudo que tinha dentro. Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar novo rancho e comprar suas pobrezinhas. O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula, entregou sem palavra. A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, conselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar. E não abriu a bolsa. Qual dos dois ajudou mais?
Donde se infere que o homem ajuda sem participar e a mulher participa sem ajudar. Da mesma forma aquela sentença: “A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar.” Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada, o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor? Antes que tudo isso se fizesse o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra.
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar. E não abriu a bolsa. Qual dos dois ajudou mais?
Donde se infere que o homem ajuda sem participar e a mulher participa sem ajudar. Da mesma forma aquela sentença: “A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar.” Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada, o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor? Antes que tudo isso se fizesse o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Caminhos da Vida, de Fênix Faustine
Quando cortas uma flor para ti, começas a perdê-la… Porque murchará em tuas mãos e não se fará semente para outras primaveras. Quando aprisionas um passarinho para ti, começas a perdê-lo… Porque não mais cantará no bosque para ti e nem criará outros passarinhos em seu ninho. Quando não arriscas tua liberdade para tê-la, começas a perdê-la… Porque a liberdade que tens se comprova quando te atiras optando e decidindo. Quando não deixas partir o teu filho para a vida, começas a perdê-lo… Porque nunca o verás voltar para ti livre e maduro. Lembre-se sempre: Não existe preço para a Liberdade, mas uma belíssima
recompensa para quem a utiliza com desprendimento de alma … Ter para sempre, junto a si a Fidelidade daqueles que livres dos grilhões, se comprazem em serem seus eternos admiradores! Quem Ama … Liberta com a certeza da volta espontânea ao aconchego! Aprende no caminho da vida a paradoxal lição da experiência: Sempre ganhas o que deixas, e perdes o que reténs…
PROGRAMA JOSÉ LINO - RÁDIO ITATIAIA
recompensa para quem a utiliza com desprendimento de alma … Ter para sempre, junto a si a Fidelidade daqueles que livres dos grilhões, se comprazem em serem seus eternos admiradores! Quem Ama … Liberta com a certeza da volta espontânea ao aconchego! Aprende no caminho da vida a paradoxal lição da experiência: Sempre ganhas o que deixas, e perdes o que reténs…
PROGRAMA JOSÉ LINO - RÁDIO ITATIAIA
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
CHANCE
"Os ricos não podem mais viver numa ilha rodeada por um mar de pobreza. Nós respiramos, todos, o mesmo ar. Devemos dar a cada um, uma chance, ao menos uma chance fundamental."
Autor: ( Ayrton Senna )
Autor: ( Ayrton Senna )
Sucesso
Trabalhei muito para chegar ao sucesso, mas não conseguiria nada se Deus não ajudasse."
Autor: ( Ayrton Senna )
Autor: ( Ayrton Senna )
Ser bem sucedido
"Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo."
Autor: ( Ayrton Senna )
Autor: ( Ayrton Senna )
Triste, J.G de Araújo Jorge
Eu hoje acordei triste, – há certos dias em que sinto esta mesma sensação… E não sei explicar, qual a razão
porque as mãos com que escrevo estão tão frias… E pergunto a mim mesmo: – tu não rias ainda ontem tão feliz… diz-me então por que sentes pulsar teu coração destoando das humanas alegrias?… E, nem eu sei dizer por que estou triste… Quem me olha não calcula com certeza, o imenso caos que no meu peito existe…
A tristeza que eu sinto ninguém vê… - E a maior das tristezas é a tristeza que a gente sente sem saber por quê!… PROGRAMA JOSÉ LINO - RÁDIO ITATIAIA
porque as mãos com que escrevo estão tão frias… E pergunto a mim mesmo: – tu não rias ainda ontem tão feliz… diz-me então por que sentes pulsar teu coração destoando das humanas alegrias?… E, nem eu sei dizer por que estou triste… Quem me olha não calcula com certeza, o imenso caos que no meu peito existe…
A tristeza que eu sinto ninguém vê… - E a maior das tristezas é a tristeza que a gente sente sem saber por quê!… PROGRAMA JOSÉ LINO - RÁDIO ITATIAIA
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A educação, o céu e o inferno - Eduardo Costa
Nesta semana, vivi de perto dois momentos que mostram ângulos absolutamente contrastantes em relação à realidade e, principalmente, ao futuro do aprendizado no país.
Em São João do Manhuaçu, modesta cidade de dez mil habitantes no Vale do Rio Doce, resultados surpreendentes de um esforço conjunto de agentes políticos, professores, alunos e pais dentro de um projeto da Conspiração Mineira pela Educação – movimento que reúne pessoas bem sucedidas e dispostas a ajudar.
Lá, o crescimento de meninos e meninas é visível, emocionante e pode ser comprovado pelos números do IDEB – Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico do Ministério da Educação que já ultrapassaram a média nacional e poderão alcançar ainda esse ano a meta do governo federal para 2015. Amanhã, você vai conferir essa revolução do bem nas páginas do Hoje em Dia.
Mas, como a vida não é feita só de flores, também nesta semana eu vi de perto o quanto o poder oprime, manipula, silencia, compra, humilha, massacra. Não discuto detalhes do projeto apresentado pelo governo porque ali estão minúcias que só os técnicos ousam interpretar.
No entanto, apenas um exemplo, dado pelo próprio governo, permite-me afirmar a completa falta de compromisso do Estado para com o futuro da educação. Diz o governo que uma professora, hoje com 27 anos de efetivo exercício em sala de aula, vai ganhar, em 2015, pouco mais de R$ 2.100,00. Ora, então, daqui a quatro anos, quando contar mais de 31 anos de profissão, uma professora vai ganhar menos do que se paga hoje a um agente de polícia recém concursado.
Não é que este ganha muito, ao contrário; o problema é que não dá para defender ou sequer aceitar essa remuneração para quem cuida do futuro do país. Isso sem falar que as lideranças dos professores foram enganadas para por fim aos 112 dias de greve, a comissão prometida nunca decidiu nada, a Assembléia mais uma vez se comportou como casa de ratificação do que quer o Palácio da Liberdade e nós, jornalistas, não gritamos a plenos pulmões a pergunta que não deixará nossa consciência em paz nas festas de fim de ano: será que existirá professor na sala de aula quando nossos netos vierem?
Ah, outra pergunta: será que, com o comportamento submisso e indecente de câmaras municipais, assembléias legislativas e congresso nacional, de trocar verbas e reeleição pelo que quer o dono da caneta, o chefe do executivo, a gente tem Democracia de verdade?
sábado, 19 de novembro de 2011
Viver ou Juntar Dinheiro? de Max Gehringer por André Duarte
Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:
“Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.
Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa.
Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante.
Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante.
Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto viajar, comer pizzas e cafés não fazem bem na minha idade e roupas hoje não vão melhorar muito o meu visual.
E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida”.
“Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
PRECE DE LUZ - EMMANUEL
Senhor, clareia-nos o entendimento, a fim de que conheçamos em suas consequências os caminhos já trilhados por nós; entretanto, faze-nos essa concessão mais particularmente para descobrirmos, sem enganos, as estradas mais retas que nos conduzem à integração com os teus propósitos. Alteia-nos o pensamento, não somente para identificarmos a essência de nossos próprios desejos, mas, sobretudo, para que aprendamos a saber quais os planos que traçaste a nosso respeito. Iluminai-nos a memória, não só de modo a recordarmos com segurança as lições de ontem, e sim, mais especialmente, a fim de que nos detenhamos no dia de hoje, aproveitando-lhe as bênçãos em trabalho e renovação. Auxilia-nos a reconhecer as nossas disponibilidades; todavia, concede-nos semelhante amparo, a fim de que saibamos realizar com ele o melhor ao nosso alcance. Inspira-nos, ensinando-nos a valorizar os amigos que nos enviaste; no entanto, mais notadamente, ajuda-nos a aceitá-los como são, sem exigir-lhes espetáculos de grandeza ou impostos de reconhecimento. Amplia-nos a visão para que vejamos em nossos entes queridos não apenas pessoas capazes de auxiliar-nos, fornecendo-nos apoio e companhia, mas, acima de tudo, na condição de criaturas que nos confiaste ao amor, para que venhamos a encaminhá-los na direção do bem. Ensina-nos a encontrar a paz na luta construtiva, o repouso no trabalho edificante, o socorro na dificuldade e o bem nos supostos males da vida. Senhor, abençoa-nos e estende-nos as mãos compassivas, em tua infinita bondade, para que te possamos perceber em espírito na realidade das nossas tarefas e experiências de cada dia, hoje e sempre. Assim Seja!
PRECE DE EMMANUEL
Senhor, ensina-nos: A orar sem esquecer o trabalho; A dar sem olhar a quem; A servir sem perguntar até quando; A sofrer sem magoar seja a quem for; A progredir sem perder a simplicidade; A semear o bem sem pensar nos resultados;
A desculpar sem condições; A marchar para a frente sem contar os obstáculos; A ver sem malícia; A escutar sem corromper os assuntos; A falar sem ferir; A compreender o próximo sem exigir entendimento; A respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração; A dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxa de reconhecimento; Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades; Auxilia-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente, aquela de cumprir-Te os desígnios onde como queiras, hoje, agora e sempre.
A desculpar sem condições; A marchar para a frente sem contar os obstáculos; A ver sem malícia; A escutar sem corromper os assuntos; A falar sem ferir; A compreender o próximo sem exigir entendimento; A respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração; A dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxa de reconhecimento; Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades; Auxilia-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente, aquela de cumprir-Te os desígnios onde como queiras, hoje, agora e sempre.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
TURISTA DE UMA VIDA
Conta-se que, no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. Lá chegando, o turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- “Onde estão seus móveis?” – perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
- “E onde estão os seus…”?
- “Os meus?!” – surpreendeu-se o turista, – “mas eu estou aqui só de passagem”!
- “Eu também…” – concluiu o sábio.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
AS MULHERES, PRINCIPALMENTE, NÃO PODEM DEIXAR DE LER.
11 coisas que você não sabe do corpo humano:
1- A comida leva sete segundos para ir da boca ao estômago.
2- Um fio de cabelo agüenta o peso de 3 kg.
3- O órgão sexual do homem é três vezes o comprimento do seu polegar.
4- O fêmur é mais forte que concreto..
5- O coração da mulher bate mais rápido que o do homem.
6- Existe aproximadamente um trilhão de bactérias em cada pé.
7- As mulheres piscam duas vezes mais que os homens.
8- O peso médio da pele é duas vezes maior que o do cérebro.
9- Seu corpo utiliza mais de 300 músculos para manter o equilíbrio quando está parado em pé..
10- Se a saliva não consegue dissolver algo, não se consegue sentir seu sabor.
11- As mulheres que estão lendo este texto já terminaram.
- Os homens ainda estão ocupados medindo seus polegares…
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Solidão
Solidão é esconder-se de seus problemas, de sua vida, de seus amigos e não ter coragem para encarar realidades que apresentam às nossas frentes e corremos como se fosse um bicho de sete cabeças. Essa fuga para a solidão, se chama covardia. Só enfrentando os problemas é que saberemos como bom será resolvê-los de modo que não tenhamos que atingir amigos e entes queridos. Não ferindo ninguém, saberemos que somos fortes e estamos vivos para encarar quaisquer obstáculos que, por ventura, venha a aparecer.
Classificados, de Selma Sueli
Vendo uma infância pobre, coberta de incertezas e discriminações para compartilhar o que de bom se fez sempre presente: a ousadia de uma mãe guerreira, o amor de uma família digna e a companhia de irmãs bem-humoradas.
Troco a bandeira da lamentação pelo carinho de amigos presentes e muito amor.
Leiloo o pessimismo, a repetição de falas sem a conseqüente ação, a falta de ideais, a falsidade e o oportunismo barato. Detalhe: Ofereço frete gratuito até para o polo norte, se for o caso.
Compro a paz de criança dormindo, acompanhada daquele jeito maroto de descobrir as coisas através de intermináveis perguntas e a deliciosa ousadia do querer fazer sem se limitar pelo como.
Coleciono bom humor para usar todos os dias. Por isso, preciso de muito, mas muito mesmo, o meu e o bom humor do maior número possível de pessoas.
Troco uma rotina cinza, já meio gasta pelo tempo, pela alegria de uma estreia permanente onde se garanta sempre o novo, de novo.
Procuro uma pessoa desacelerada, que saiba falar de passarinhos, da água de bica, goste de contar causos e de ouvir, com entusiasmo, sobre a vida do outro. É preciso ser benevolente para que tudo o que for dito, passe primeiro pelo coração e só depois se condense na memória do afeto.
Desfaço de todas as certezas absolutas para garantir mais espaço para minha exploração sobre a riqueza humana.
Procuro por fim, pessoas que queiram participar de um cruzeiro chamado vida; pessoas que acreditem no valor do ser humano, rumo à paz mundial.
sábado, 5 de novembro de 2011
“O Brazil não conhece o Brasil” - Texto de Selma Sueli Silva
O relatório que o bilionário Bill Gates apresentou ao G20 está cheio de boas idéias e intenções. O inferno também. São propostas para evitar que a ajuda externa dada pelos países ricos aos mais pobres seque durante a crise econômica mundial. O G-20 é o grupo de países em desenvolvimento criado em 2003 e que tem, como uma das preocupações centrais, a produção mundial de alimentos através da agricultura.
No relatório, Gates pede que parcerias trilaterais como a do Brasil, Japão e Moçambique, sejam um modelo para ajuda externa. Na parceria, O Brasil iria colaborar com a experiência de agricultura no cerrado, que tem características muito semelhantes a certas áreas de Moçambique, enquanto o Japão financiaria obras de infraestrutura no país. Para o todo poderoso da Microsoft, as chamadas novas potências como China, Brasil e Índia devem assumir mais responsabilidades e passar a ajudar mais os países pobres. Bill Gates elogiou os programas de agricultura e saúde do Brasil, mas ressaltou que a colaboração do país no plano mundial ainda é mínima. Ele foi enfático e disse textualmente: “O Brasil precisa deixar de gastar apenas dezenas de milhões de dólares em ajuda a outros países e passar a gastar centenas de milhões: isso não é uma enorme porcentagem do PIB brasileiro”. Há algum tempo, comemoramos a nova imagem que conquistamos ‘lá fora’ de potência global. Lógico, portanto, que não queiramos ser tratados como o “coitadinho” em desenvolvimento. Precisamos ser ouvidos como potência. E o momento é agora, quando o grande desafio é o restabelecimento da confiança mundial na economia global, quando se espera que a Zona do Euro envie ao mundo uma mensagem de credibilidade. Nesta reunião do G20, os Europeus esperavam convencer a China e outros grandes detentores de divisas a colocarem o seu dinheiro numa carteira especial de investimento para servir de suporte ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira. Nada que relembre a fase em que os necessitados eram países do Terceiro Mundo. O fundador da Microsoft propõe que países que são tradicionalmente doadores, os mais ricos (que hoje são exatamente os mais afetados pela crise) criem impostos ou aumentem os existentes revertendo toda a renda em ajuda às nações em dificuldades. Ele sugere impostos sobre transações financeiras, combustíveis de aviação e tabaco. A presidente Dilma Rousseff defendeu uma antiga proposta da OIT (Organização Internacional do Trabalho) para estabelecer uma espécie de programa de renda mínima global, em moldes semelhantes ao programa brasileiro do Bolsa Família. De acordo com a OIT, a proposta oficialmente chamada de Piso de Proteção Social “prevê que cada país deveria incluir na oferta de serviços de saúde, independentemente de contribuição, o pagamento de um benefício básico para famílias com crianças – a exemplo do que o governo brasileiro garante com o Bolsa Família. A presidente brasileira apóia, também, outra proposta defendida pela França, de criação de uma taxa mundial sobre operações financeiras para bancar programas sociais, desde que ela venha em conjunto com a aprovação da proposta do piso global para essa espécie de Bolsa-Família Mundial. Tudo seria perfeito se não fosse uma palavrinha incômoda, antipática e temida pelo cidadão: [[imposto]]. A tentativa de emplacar novos impostos beira à covardia para contribuintes do mundo todo. Nos Estados Unidos não conseguiram aprovar aumento de imposto nem para reduzir o gigantesco deficit do orçamento. Falar nisso no país da CPMF, o nosso Brasil, é falar de corda em casa de enforcado… Será que os países do G20 vão usar seus fundos soberanos para financiar infraestrutura em países pobres e fazer com que os países ricos mantenham seus compromissos de ajuda? Segundo especialistas da área, o histórico do G20, quando se trata de cumprir promessas feitas aos pobres, é pobre. Em 2009, os líderes mundiais do G20 prometeram evitar uma repetição da guerra de tarifas dos anos 30, que levou o mundo à Grande Depressão. Desde então, o protecionismo só aumentou. Relatório divulgado esta semana pela União Europeia aponta que foram adotadas 424 medidas protecionistas desde o início da crise. Só neste ano, foram 131. E os governos do G20 foram responsáveis por 80% delas. Como vemos, o jogo no tabuleiro político econômico mundial não é para amadores, nem ingênuos. É preciso estar atento e forte, agora que os ventos mudaram. O Brasil, que se viu de joelhos diante do FMI, por tanto tempo, pagando juros exorbitantes de uma dívida externa que parecia eterna, conseguiu dar a volta por cima e encontrar, enfim, o caminho de um desenvolvimento sustentável, porém, frágil. Fica fácil exigir que nosso país aumente a doação aos países pobres. Mas, sabemos todos, dentro do Brasil temos vários brasis. Se por um lado, convivemos com números significativos na economia interna, como aumento de renda e emprego, crescimento no consumo, controle da inflação, por outro lado temos parcelas expressivas da população que continuam sem acesso à educação, saúde e alimentação, para ficar só no básico. Ajudar o próximo que está mais próximo ou estender as mãos para além das nossas fronteiras? Eis a questão!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Minimamente Feliz, de Leila Ferreira
A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro. Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-do-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café
recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias. ‘Eu contabilizo tudo de bom que me aparece’, sou adepta da felicidade homeopática. ‘Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo. Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural.(…) Podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes. Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’. Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’, ‘quando eu tiver um emprego fabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? (..) Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias. ‘Eu contabilizo tudo de bom que me aparece’, sou adepta da felicidade homeopática. ‘Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo. Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural.(…) Podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes. Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’. Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’, ‘quando eu tiver um emprego fabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? (..) Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
FRASE PREMIADA NUMA ESCOLA DE ARACAJU.
Esta é, sem dúvida, a melhor do ano. Por isso, foi premiada na Escola Presidente Getúlio Vargas, em Aracaju.
"O horário político é o único momento em que os ladrões ficam em cadeia nacional."
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